Xantia: embaixador do conforto da Citroën celebra 30 anos
A Citroën está a celebrar o 30º aniversário do Xantia, berlina lançada a 4 de Março de 1993 no Salão Automóvel de Genebra. Concebido por Daniel Abramson no Centro de Estilo da Citroën com base na proposta do estúdio Bertone, o Xantia sucedeu ao icónico BX lançado em 1982. O seu estilo único valeu-lhe, em 1993, a distinção “Automóvel Mais Belo do Ano”.

Mais de 1,3 milhões de unidades
Ao longo de quase uma década de produção – 1.326.259 unidades entre 1993 e 2002 – o Xantia passou por múltiplas evoluções. Numa fase inicial, o Xantia estava disponível em duas versões, SX e VSX, e com três motores distintos. As versões topo de gama contavam com suspensão hidropneumática, um sistema de suspensão controlado electronicamente.
Em 1994 foi lançado o Xantia Activa, versão que utilizava a evolução Hydractive II que impedia o rolamento de carroçaria de exceder os 0,5 graus. O Activa conseguia, assim, manter-se plano e imperturbável ao curvar, uma tecnologia que conduziu ao desenvolvimento de pneus específicos com o fabricante Michelin.


Também em carrinha
No ano seguinte chegou à gama a versátil carroçaria station wagon, dois anos antes do modelo passar por uma actualização, até que, finalmente, em 1998, o Xantia estreou o novíssimo motor Diesel 2.0 HDi do Groupe PSA com tecnologia de injecção common-rail de elevada pressão.
Segundo a Citroën, “conforto, segurança, tecnologia e prazer de condução” eram as características que melhor definiam o Xantia. O sublime conforto, tão típico do “double Chevron” tornou-se na assinatura do Xantia, complementando um habitáculo espaçoso, acolhedor e bem equipado.


A suspensão Hydractive II
A introdução da suspensão Hydractive II – solução que combinava a potência de um sistema hidráulico com a rapidez de actuação da electrónica – foi a grande responsável pela diferenciação do Xantia face aos seus rivais. A suspensão hidropneumática convencional foi complementada por uma esfera adicional por eixo que podia ser ativada pelas válvulas solenoides do circuito normal. Isto permitiu definir dois estados de flexibilidade e amortecimento da suspensão: um mais macio e outro bastante mais desportivo. Os sensores permitiam, assim, que a unidade de controlo optasse por um dos dois modos, dependendo das situações de condução.

