Não planear é quase sempre o melhor plano
Já há muito tempo que um dia como este era tema. Não foram poucas as vezes que dissemos que em breve teríamos que juntar dois carros e fazer alguma coisa em conjunto.
Já há muito tempo que um dia como este era tema. Não foram poucas as vezes que dissemos que em breve teríamos que juntar dois carros e fazer alguma coisa em conjunto.
A entrada nos “entas” do mítico nome italiano coincide com a chegada desta versão mild hybrid que estreia igualmente o motor 1.0 FireFly com 70 cavalos de potência. Pouca? Não. Simplesmente a adequada.
Não sou grande fã de carros grandes. Aprecio bem mais um automóvel mais compacto. Mas para este abro uma excepção. É excelente.
Fazem parte da colecção de históricos da SEAT e vários nem passaram à produção.
O termo IONIQ surgiu pela primeira vez aquando do lançamento do projecto de investigação focado na mobilidade ecológica com esse mesmo nome. Resulta da junção de “ion” e “unique” e deu igualmente nome ao modelo introduzido em 2016.
Foram imensas as pessoas que se cruzaram comigo e me disseram: “epá, ó João, hoje andas com um carro de senhora!”. “Como disse? Não percebi…”
Sou impaciente para muitas coisas, admito. Mas para este ensaio tive que me aguentar, tentar manter-me tranquilo e controlar o entusiasmo até ao dia em que efectivamente ia saltar para o volante do i30N.
É desconfortável, barulhento e pouco prático. É um segundo carro, a solução para uma crise de meia idade, um brinquedo caro e que nada tem de discreto. E eu não o queria de maneira diferente
As novas versões “four by e” são, de acordo com a marca, “genuínos Jeep 4×4, uma vez que a tracção integral está sempre disponível para as aventuras todo-o-terreno.
Este foi um dia diferente. Não foi perfeito, mas quase. Foi, em muitas coisas, igual a qualquer outro sábado. O facto de ter passado muito depressa, por exemplo. Mas diferente porque, inesperadamente, permitiu juntar praticamente toda a equipa da Garagem.