Parabéns da ‘Juliet’ aos 50 anos do ‘Herbie’
Sabe quem é a ‘Juliet’? E que relação tem com o ‘Herbie’, o popular VW Carocha que, no final dos anos 60 surgiu nos ecrãs de cinema de todo o mundo pelas mãos da Disney?
Sabe quem é a ‘Juliet’? E que relação tem com o ‘Herbie’, o popular VW Carocha que, no final dos anos 60 surgiu nos ecrãs de cinema de todo o mundo pelas mãos da Disney?
Sir Frank Williams celebra hoje 78 anos. São já mais de 50 aqueles que passou ligado à Formula 1.
As celebrações do primeiro centenário da Mazda continuam a decorrer e o MX-5 volta a ser o centro das atenções.
Renault Clio: as memórias dos meus últimos e dos seus primeiros 30 anos A minha história com o Clio da primeira geração escreveu-se em várias frentes. A memória mais antiga que tenho dele é a do bonito 57-65-AQ (se a memória não me falha) dos meus primos, da mesma cor deste aqui partilhado mas infelizmente…
Apesar da sua vida curtinha em termos de produção é interminável a vivência do Citroën SM, um cinquentão a que, aqui na Garagem, temos dado uma enorme atenção ao longo dos últimos dias, contando um pouco da sua história.
Quarenta e quattro. Parece um, mas são dois números. O primeiro é, na verdade, o aniversário do segundo. Só que o segundo não é apenas um número. É um nome. E para além disso não é um nome qualquer. É um nome que ocupa um lugar muito especial na história do automóvel.
O protagonismo em filmes e séries foi mais visível em produções francesas, sendo exemplo o filme “César et Rosalie” (1972), com os eternos Yves Montand e Romy Schneider, mas não só, pois Burt Reynolds guiou um em “The Longest Yard” (1974) e no ano seguinte Charles Bronson imitou-o em “Breakout”.
O conceito base do Fuego foi conciliar o conforto esperado de uma berlina daquela época com uma carroçaria mais estilizada e orientada para os condutores que pretendiam algo mais do que um vulgar familiar. Também o nome “Fuego” contribuía para essa vertente mais emocional, rompendo ainda com a histórica nomenclatura dos modelos da marca baseada em números. E foi com o número 18, a berlina da Renault, que o novo Fuego partilhou a sua base, apesar de exteriormente o coupé ser ligeiramente mais curto.
O ano de 1970 foi de extrema importância para o fabricante nipónico, tendo sido apresentado o icónico Jimny, ainda hoje um símbolo da marca e um modelo que tivemos o prazer de ensaiar recentemente. Parabéns, Suzuki!
O Citroën DS é, na minha opinião, um dos automóveis mais belos e inovadores de sempre. E sei que não sou o único a pensar assim.