Mitsubishi Space Star 1.2 – Complicar para quê?
Conduzi um carro novo, sem pretensões desportivas e acessível, que me fez sentir parte essencial no exercício da condução.
Conduzi um carro novo, sem pretensões desportivas e acessível, que me fez sentir parte essencial no exercício da condução.
Só me vejo ao volante de um elétrico, meu, numa de duas situações: se me obrigarem ou se se tratar de algo muito especial.
ste “AF72HZ” do parque de imprensa da Dacia foi o meu parceiro durante quatro dias e nunca, em momento algum, senti falta de algo.
Motor híbrido dois litros. Sim ou não?
Sempre gostei do design do Tucson, principalmente por fora, e por isso ansiava por uma actualização mais profunda em que a Hyundai lhe desse o interior que sempre mereceu.
Tinha saudades de andar de Ford Fiesta e não necessariamente da versão mais potente.
O nome Leon e a sigla TDI entraram para a história do desporto motorizado em 2008. Esta é a mais recente interpretação desta combinação.
A curiosidade era muita. Vi muitos vídeos, li muitos ensaios e fiquei de “pé atrás”, logo à partida.
Se me obrigassem a ter um SUV, este seria muito provavelmente um Volvo. Mas hoje, é dia de S60.
O Puma é uma delícia de conduzir. E o resto, convence?